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sexta-feira, 1 de março de 2019

Fubá - Farinha de Milho - Quirera - Maisena (amido de milho)



Farinha de milho é o pó ou granulado que se obtém moendo o milho mediante diferentes métodos. Como cultivo tradicional dos povos originários da África e das Américas, é nestas partes do mundo onde mais se consome, sendo parte fundamental da culinária de Angola, do Brasil, da Colômbia, do México, de Moçambique, do Peru e da Venezuela.


Fubá (do quimbundo fuba, “farinha”) é a farinha fina feita com milho ou arroz moído muito empregada na culinária. Na sua versão de farinha de milho, é muito utilizado para fazer bolos, sendo o bolo de fubá um alimento típico de festas juninas no Brasil.

Foi introduzido no Brasil pelos portugueses mas passou a ser utilizado mais intensamente no século XVIII por tropeiros muitas vezes substituindo a farinha de mandioca

No Brasil, de acordo com a ANVISA, são sinônimos, significando o produto obtido pela moagem do grão de milho (Zea mays L.), desgerminado ou não.

Não obstante essa definição oficial, em linguagem coloquial brasileira geralmente se reserva a designação “fubá” para a farinha moída mais fina, usada em bolos, angus e polentas, enquanto se chama de “farinha de milho” o produto mais grosso, em flocos, usado em farofas e cuscuzes. O processo de fabricação também é diferente: o fubá é feito pela moagem de grãos secos de milho, enquanto a farinha de milho é feita a partir de uma massa de grãos macerados, esmagados, peneirados e por fim floculados

Quirera ou Quirela ou Canjiquinha, é o milho triturado, mas não em pó. Alimento para pintos (filhote de galinha),  pequenas aves e utilizado em algumas refeições



Amido de Milho ou Maisena, é a farinha feita do milho usada na culinária ou para o preparo de cremes, como espessante.



Usa-se também a palavra maisena, termo derivado da marca comercial Maizena um amido de milho criado nos Estados Unidos em 1842, agora produzido pela empresa multinacional Anglo-Holandesa Unilever. Maizena por sua vez vem da palavra para milho (maíz) em espanhol

Para a sua confecção os grãos de milho são molhados e têm retiradas a casca e a plântula embrionária. Após secagem, o grão remanescente, quase que totalmente de amido, é triturado e moído até se transformar num pó bem fino.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

5 erros mais comuns na hora de fazer churrasco - Reportagem

Navegando pela Internet achei esta matéria no Site do Jornal A Gazeta do Povo – Bom Gourmet, com dicas para fazer um bom churrasco. O Link para acessar o site coloquei no final. Bom apetite e boa leitura!

Vai preparar um churrasco e quer fazer tudo certinho? Se nas suas férias você comanda a grelha, descubra quais são os 5 erros mais comuns na hora de assar carne na churrasqueira e não perca as dicas que o  Bom Gourmet selecionou. Confira:

Carne marmorizada
Preparar um bom churrasco começa no processo de escolha da carne. Independentemente do corte, preste atenção na gordura e procure as carnes com gordura entre as fibras, o chamado marmoreio. Fuja das gorduras com tom amarelo forte, que significa carnes mais velhas e, portanto, menos macias.

Hoje está mais fácil encontrar diferentes tipos de cortes nos açougues. Antes havia só os franceses mignons e entrecôte. Agora já é comum achar cortes argentinos e uruguaios como ojo de bife, bife de chorizo e bife ancho. A última fronteira são os americanos prime rib e rib eye.

Tempero na medida
Cada tipo de carne pede um tempero diferente. O carneiro, por exemplo, precisa ser marinado, de preferência um dia antes de ser levado ao fogo. Outras carnes como fraldinha, alcatra e picanha, podem ser temperadas apenas com sal grosso. Embora hoje não exista uma regra única para o uso do sal. Atualmente tem gente que prefere o sal de parrilla, com moagem intermediária, nem tão grosso como o sal grosso e nem tão fino quanto o refinado. Com ele, nem precisa bater a carne como se faz com o sal grosso. Se optar pelo uso, a forma correta de utilizar o sal é colocá-lo poucos minutos antes de ir para a churrasqueira, salpicando em cima do corte de forma homogênea até cobrir toda a peça.

Forma e tempo de grelha
O tempo de grelha vai depender essencialmente da espessura do corte. Quanto maior, deverá ficar mais tempo na churrasqueira. O ideal é mudar o lado da peça apenas uma vez, não várias vezes. Para os espetos, é necessário ficar virando constantemente para que asse de forme uniforme. A escolha do carvão também pode influenciar no resultado. Nesse caso, é preciso levar em conta algumas informações preciosas, como nunca tirar a gordura antes de colocar a carne para assar e não salgar as bovinas com antecedência.

Distância do fogo
A distância entre a grelha e a brasa também depende do tamanho do corte. Para os menores, deve ser mais próxima, de aproximadamente 15 centímetros. Para os maiores pode chegar a 40 centímetros. A costela, por exemplo, deve ficar a cerca de 70-90 cm de distância da brasa, em fogo médio, com os ossos para baixo. Demora de 2h30 a 3 horas para ficar pronta, no caso da ripa.

Ponto
Os pontos de grelhar os cortes são basica­men­te três: malpassado, ao ponto e bem passado. Alguns cortes, como o bife de chorizo, a picanha e a alcatra, segundo os especialistas, são indicados para serem servidas malpassadas. Já costela e cupim, por exemplo, devem estar, no mínimo, ao ponto. Os cortes como picanha, miolo de alcatra e steak (contrafilé) têm uma capa de gordura e, por isso, devem ser seladas (colocadas na grelha) também em todas as dimensões, não somente dos lados de cima e de baixo.
Segue o Link 


domingo, 14 de janeiro de 2018

Bolo de Carne da Tina


Esta receita é originária do site Tastemade Brasil, com o nome de Bolo de Carne com Purê de Batatas.
Foi renomeado em virtude da minha amiga “Tina” ter me proposto o desafio de recriar o prato para satisfazer seus desejos de grávida. Desafio aceito.
Alguns ingredientes foram suprimidos, outros substituídos, mas no fim testado e aprovado.

Aguardando o próximo desafio.

Com o prato servi uma água saborizada com Romã, Limão Siciliano e Gengibre, cuja receita estará no próximo Post.

INGREDIENTES

- 1 kg de carne bovina moída - Patinho ou outra de sua preferência
- 2 colheres de chá de alho em pó – ou 3 dentes de alho ralados
- 1 ou 2 colheres de sopa de creme de cebola em pó
- Sal a gosto
- Pimenta do reino a gosto
- Folhas de ½ maço de manjerona
- 2 ovos
- ½ xícara de farinha de trigo - farinha de rosca ou Panko
- 6 batatas cozidas amassadas
- 50g de manteiga
- 50ml de creme de leite - requeijão
- 50ml de leite (não utilizei)
- 150g de queijo muçarela em fatias
- 150g de bacon em fatias
- 2 colheres de sopa de mel

INSTRUÇÕES

1) Em um recipiente dispor a carne moída, o alho, o creme de cebola em pó, sal, pimenta do reino, folhas de manjerona, 2 ovos e a farinha. Misturar tudo muito bem. Reservar.
2) Em uma panela, dispor as batatas cozidas e amassadas e juntar a manteiga e o creme de leite. Misturar bem até a manteiga derreter. Temperar com sal e pimenta. Reservar.
3) Abrir a mistura de carne em forma de retângulo, dispor as fatias de queijo e dispor o purê por cima.
4) Enrolar como um rocambole.
5) Dispor as fatias de bacon por cima e pincelar mel.
6) Levar ao forno a 180 graus por 1 hora.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Pinhão - Como fazer - Post II de II

Ingredientes

- 3 xícaras (chá) de pinhões
- 5 xícaras (chá) de água
- 2 colheres (sopa) de sal

Como fazer 

- Lavar e cortar as pontas dos pinhões (Esse é o pulo do gato! Não deixem de cortar as pontas!)
- Colocar, numa panela de pressão, os pinhões, a água e o sal.
- Levar ao fogo e depois que der pressão, deixar por 30 minutos.
- Desligar a panela e deixar a pressão sair sozinha. Escorrer.

Descascar

- Cortar os pinhões, no sentido do comprimento, ainda quentes para facilitar a tarefa. Para não machucar a mão (porque a casca continua um pouco dura), use um martelinho de cozinha para bater na faca.
- Por que cortar a Ponta? Facilita o descascar quando utilizado para preparo de outros pratos

domingo, 23 de julho de 2017

Pinhão e sua história - Post I de II


Pinhão é a designação genérica da semente de várias espécies de pinaceaes e araucariaceaes, plantas gimnospérmicas, isto é, cuja semente não se encerra num fruto.

O pinhão se forma dentro de uma pinha, fechada, que com o tempo vai-se abrindo até liberar o pinhão. Nas pináceas (a exemplo do Pinus elliottii), as sementes são dotadas de uma película, como uma espécie de asa, que se descola da pinha madura e possibilita que as sementes sejam espalhadas pelo vento, iniciando-se assim o processo de crescimento de um novo pinheiro.

No Brasil, o termo pinhão geralmente designa as sementes da Araucaria angustifolia, árvore de destacada importância cultural, econômica e ambiental na região sul e em algumas partes do sudeste do Brasil.

Pinhas e pinhões do pinheiro-do-paraná ou pinheiro brasileiro (Araucaria angustifolia).

No caso das araucárias, e notadamente da Araucaria angustifolia - também conhecida como pinheiro-do-paraná ou pinheiro brasileiro - a pinha atinge proporções razoáveis, constituindo-se de uma esfera compacta com diâmetro entre 15 e 20 centímetros.

Nos meses de maio e junho, no tardar do outono do hemisfério sul, as pinhas estouram' ao sol do meio-dia, possivelmente como reflexo da dilatação após a manhã fria. Com o estouro estes pinhões espalham-se num raio de aproximadamente cinqüenta metros a partir da planta mãe. Mas, apesar de engenhosa, esta não é a principal forma de disseminação desta notável planta. O homem e os animais que se alimentam desse pinhão também atuam no transporte e disseminação das sementes. Os serelepes costumam armazenar os pinhões, enterrando grande quantidade de sementes no solo. Essas sementes acabam sendo esquecidas e assim geram novas árvores. Apesar da crença de que a gralha-azul dissemina o pinhão, na verdade são os pequenos roedores terrestres os principais vetores.

O pinhão mede entre cinco e oito centímetros, e tem a forma de uma cunha cuja casca recobre a massa compacta e altamente energética da semente propriamente dita.

Por seu gosto característico e pela presença regionalizada, o pinhão é muito apreciado no sul do Brasil (no Paraná, que possuí reconhecidamente a maior área de araucárias do país, o pinhão é símbolo estadual, sendo o estado sulista conhecido com a "Terra do Pinhão") e também em alguns estados da região sudeste, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, onde ocorrem alguns focos de araucária.

Em Santa Catarina o pinhão é talvez a comida mais típica do estado, sendo consumido assado ou cozido, destacando-se alguns pratos, como a paçoca de pinhão e o entrevero. O mesmo acontece no Rio Grande do Sul, estado em que o pinhão é tradicionalmente consumido nos meses de outono e inverno. Existem até mesmo diversas "festas do pinhão", que são festivais culinários que se realizam em uma boa parcela das cidades do interior do estado, onde há grande ocorrência de araucárias.

Além de ser utilizado como ingrediente em alguns pratos, o pinhão pode ser consumido de forma isolada, normalmente assado ou cozido. Tradicionalmente, o pinhão era sapecado no chão do campo em meio às próprias grimpas da araucária.

Pinhão do pinheiro europeu - "Pinólis"


Os pinoli (do italiano pinolo, pl. pinoli) ou, em Portugal, simplesmente pinhões, são pinhões de Pinus pinea, árvore nativa da franja mediterrânea. Esses pequenos pinhões de formato ovalado, textura macia e coloração amanteigada são usados na culinária, especialmente do Oriente Médio—por exemplo para o recheio de quibes—e na Itália—notadamente no preparo do pesto genovês. Seu sabor assemelha-se ao da amêndoa

quinta-feira, 30 de março de 2017

Sobrepaleta Assada - Teste de produto

A carne suína dos meus sonhos. A Sobrepaleta também conhecida como Copa Lombo.
Carne macia e bem marmorizada, após assada conforme as indicações da embalagem, acrescentando um pouco de cravos da Índia, cebola, melado e vinho branco seco ficou perfeita.
Para acompanhar maionese caseira (tomando o cuidado da salmonela) e farinha de mandioca amarela. 
Como salada: palmito e pepino em conserva (mais catarinense impossível).
Abaixo as indicações da embalagem

Cuidado Pós Compra
Após a compra da carne suína temperada Pamplona, deve-se no menor tempo possível, (evitando que ocorra o descongelamento inadequado no trajeto da compra e transporte do produto até sua casa) ser colocada no congelador e permanecer até a oportunidade de consumo (dentro do prazo de validade).

Modo de Descongelamento
Para descongelar de forma segura seu alimento indicamos que seja retirada a carne suína temperada Pamplona do congelador ou freezer 24 horas antes do preparo para consumo, deixando descongelar na geladeira de forma lenta e gradativa, após 24 horas na geladeira a carne estará descongelada e poderá ser preparada.
NOTA 1: Não descongelar este produto em forno micro-ondas, fora da geladeira ou colocando em contato com a água.
NOTA 2: Uma vez descongelado este produto deverá ser consumido em até 3 dias, não pode ser submetido ao congelado novamente.

Consumo
Se aberta a embalagem, o produto deverá ser armazenado em geladeira pelo período máximo de 3 dias, após este prazo não poderá ser consumido.

Modo de Preparo
1) Após o processo de descongelamento indicado anteriormente, retirar a carne suína temperada da embalagem e colocá-la em um refratário ou forma (não é necessário untar). 
Bem neste ponto eu untei meu refratário com azeite extra virgem.

2) Leve para assar em forno pré-aquecido a 180°C, por 10 a 15 minutos. Para o tempo de preparo recomenda-se 1 hora por quilo de produto a uma temperatura de 220°C a 250°C, há uma variação com relação ao peso do produto em cada embalagem e deverá ser verificado.

3) Após assar retire a carne suína temperada Pamplona do forno e sirva com batatas, farofa ou outro acompanhamento que preferir.

Meu temperos extras:
- Cravos da India espetados
- 2 paus de canela pequenos (aroma)
- Melado (na foto está apenas um pouco daquilo que colocado)
- 4 cebolas cortadas
- Vinho Branco seco


NOTA 3: Como existe diferença entre fornos, o tempo de aquecimento e cozimento pode variar. Ajuste o tempo de preparo de acordo com seu forno.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Cambucá



Mais uma postagem da Série Vida na Roça. 
Esta demorou porque estava  aguardando a floração e os frutos do Cambucá. Árvore centenária e nativa que existe na casa da Bisa.
Em volta já teve galinheiro, viveiros com faisões, casa de boneca e hoje, existem bromélias e framboesas silvestres. 
Pela sua idade, chuvas  e ventos fortes da região, associado ao solo úmido permanece escorada, mas produzindo frutos saborosos para consumo e alimentação da fauna (maior parte).

NOME INDIGENA: CAMBUCÁ vem do tupi-guarani e significa “fruta de mamar ou chupar” porque a polpa precisa ser sugada da casca. Também recebe o nome de Cambucaba, Cambricó e Cambicá.

ORIGEM: endêmica da região da mata Atlântica litorânea dos estados da Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. A planta é rara mesmo na natureza e ocorre apenas nas várzeas aluviais e encostas úmidas quase que exclusivamente no interior da mata preservada.

CARACTERÍSTICAS: árvore bela e frondosa que atinge 5 a 10 metros quando cultivada e até 20 metros na floresta primaria. A copa é arredondada ou cônica quando jovem, tornando mais ampla a medida que envelhece, mantendo-se sempre densa. O troco é liso com 25 a 40 cm de diâmetro e geralmente bifurca-se desde o solo, com casca descamando-se em placas finas e irregulares, exibindo a coloração creme acinzentado ou avermelhada. As folhas são simples e opostas, oblongas (mais longa que larga) e lanceolada (com forma de lança) no ápice e obtusa (arredondada) ou aguda na base, com pecíolo de 5 a 9 mm de comprimento. A lamina foliar mede de 6,5 a 12 cm de comprimento por 3,5 cm de largura. As flores nascem aglomeradas nos nós dos ramos em grupos de 3 a 8 flores, que quando abertas medem 1,2 cm de diâmetro e tem simetria radial, ou seja, em planos divididos, representados por cálice (invólucro externo) com 5 sépalas unidas e corola (invólucro interno) com 5 pétalas brancas, obovadas e livres com 0,7 mm de comprimento. O fruto é uma baga subglobosa, medindo 3 a 6 cm de diâmetro por 2 a 3 cm de altura com peso de 20 a 36 gramas. A polpa é amarela alaranjada e perfaz 50% do fruto, esta é doce e acidulada e envolve 1 ou 2 sementes roxas de 2 a 2,5 cm um pouco achatada.


USOS: Frutifica nos meses de Janeiro a Março. Os frutos tem sabor que lembra o mamão papaia e a manga juntos, sendo ideais para o consumo in-natura. A árvore tem belo efeito ornamental por causa da copa densa e piramidal. As flores são apícolas e essa espécie não pode faltar em projetos de reflorestamentos permanentes, visando fornecer alimento para a fauna em geral.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Camarão ao Catupiry


Existem várias maneiras de se preparar este prato.
Abaixo cito duas, a qual alterno a colocação do catupiry e requeijão (creme de leite) porém antes uma curiosidade sobre o catupiry.

Catupiry é uma marca registrada brasileira de requeijão.
A origem da palavra Catupiry não é muito clara, mas alguns autores afirmam que em tupi-guarani (língua indígena brasileira), esta palavra significa "excelente".
O catupiry é um caso de uma marca que atingiu uma popularidade tão grande que o nome da marca passa a descrever o próprio produto. Assim, a palavra catupiry é frequentemente usada para descrever um tipo de requeijão cremoso, mesmo que não seja da marca Catupiry.
A produção do requeijão Catupiry começou em 1911 em Minas Gerais, comandada pelo imigrante italiano Mário Silvestrini. Mais tarde, em 1949 o produto começou a ser feito em São Paulo, onde a empresa está atualmente sediada.
Esta palavra está inevitavelmente relacionada com o mundo da culinária, e existem centenas de receitas que têm o Catupiry como um dos seus ingredientes. Algumas delas são torta ou empadão de frango com catupiry, camarão com catupiry. Também existem pizzas e pastéis feitos com catupiry. Além disso, em alguns restaurantes, “ao catupiry” é uma expressão comum.

INGREDIENTES
- 1 kg de camarão
- 1 cebola picada
- 1 cabeças alhos espremidos
- Pimenta do reino
- 3 colheres de sopa de manteiga (manteiga de garrafa)
- Suco de 1 limão
- Sal a gosto
- 1 caixa de catupiry
- 1 copo de requeijão (ou 1 caixinha de creme de leite)
- 2 tomates picados sem semente
- Ketchup ou molho de tomate (para dar uma corzinha)
- Queijo ralado
- Batata palha
- Cheiro verde (opcional)
- Coentro (opcional por conta do sabor)

MODO DE PREPARO 1
1. Tempere o camarão com o suco de limão, sal, alho espremido e pimenta do reino a gosto e deixe por uns 15 minutos neste tempero. Cheiro verde e Coentro opcionais.
2. Refogue na manteiga a cebola e o alho espremido até dourar, coloque o camarão temperado para cozinhar, depois coloque o tomate e um pouco de ketchup ou molho de tomate.
3. Mexa bem, desligue o fogo e reserve.
4. Pegue um refratário de vidro, coloque uma camada de catupiry nele todo e depois jogue o molho do camarão por cima e depois coloque o requeijão (creme de leite) por cima do molho
5. Leve ao forno por uns 10 minutos. Coloque o queijo ralado para derreter um pouco por mais 5 minutos.
6. Retire do forno e jogue batata palha por cima e sirva.


MODO DE PREPARO 2
1. Tempere o camarão com o suco de limão, sal, alho espremido e pimenta do reino a gosto e deixe por uns 15 minutos neste tempero. Cheiro verde e Coentro opcionais.
2. Refogue na manteiga a cebola e o alho espremido até dourar, coloque o camarão temperado para cozinhar, depois coloque o creme de leite, o tomate e um pouco de ketchup (ou molho de tomate).
3. Mexa bem, desligue o fogo e reserve.
4. Pegue um refratário de vidro, coloque o molho do camarão e depois coloque  uma camada de catupiry.
5. Leve ao forno por uns 10 minutos. Coloque o queijo ralado para derreter um pouco por mais 5 minutos.
6. Retire do forno e jogue batata palha por cima e sirva.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Frango com mostarda ancienne


A mostarda é certamente um produto emblemático pela sua história e tradições. Com o passar do tempo os registros históricos se perderam, mas historiadores acreditam que a mostarda apareceu pela primeira vez na Índia por volta de 3000 ac. A sua facilidade em combinar com várias comidas e a sua variedade de sabores, fez da mostarda um sucesso mundial. Mesmo que não pareça, ela é consumida desde os tempos pré-históricos, possui menção na bíblia e foi a primeira especiaria conhecida pelos europeus antes do comércio asiático de especiarias.
A cultura e tradição da mostarda francesa sempre merece um capítulo à parte, por ser um produto emblemático no país e que aos poucos ganhou o mundo. A mostarda Dijon é feita única e exclusivamente na cidade de Dijon, na região francesa da Borgonha. Com o sucesso do condimento, Dijon se tornou referência em mostarda no mundo, e em 1634 foi aprovada uma lei que dava a exclusividade da produção (ocorre desde o século XIV) para a cidade. Atualmente a mostarda Dijon é vendida de duas maneiras: a “ancienne” (que significa antigo em francês), vendida em grãos como antigamente pela impossibilidade de processa-la, pois não existiam maquinas, e em forma de pasta bem lisa e amarela.
Texto extraído do Site Petit Gastrô

Ingredientes
- 1 peito de frango cortado em cubos pequenos (ou utilizar o sassami)
- 1 cebola pequena picada
- 1 dente de alho amassado
- 200ml de água
- 1/2 cubinho de caldo de galinha
- 1 caixa de creme de leite
- 1 ou 2 colheres de mostarda ancienne

Preparo
1) Leve ao fogo a manteiga, a cebola, o alho e deixe dourar
2) Adicione o frango já cortado
3) Deixe fritar até que fique ao ponto (branco), adicione a água e o caldo de calinha. Deixe cozinhar. ATENÇÃO: não pode deixar a água secar.
4) Acrescente o creme de leite e a mostarda. Misture e desligue o fogo.


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Abelha Jataí


Mais uma da Vida na Roça - Vida na Cidade
Encontrei aqui no pátio de casa esta pequena abelha Jataí.
Segue uma reportagem sobre o assunto com link de referência no final, e foto de capa de minha autoria.



A criação de abelhas Jataí (Tetragonisca angustula) tem se firmado como uma boa opção aos meliponicultores. A Jataí tem algumas vantagens sobre as africanizadas ou europeias, pertencentes à família Apis: é uma abelha bastante rústica, que tem grande capacidade para fazer ninhos e sobreviver em diferentes ambientes, inclusive em zonas urbanas.

A Jataí utiliza os mais variados locais para nidificação. Isso promoveu sua adaptação, inclusive ao meio urbano, o que não ocorreu com a maioria das espécies de abelhas nativas, exclusivas nidificadoras de ocos em troncos de árvores.

Visitam plantas cultivadas e fazem os ninhos em diferentes tipos de cavidades como as de tijolos, caixas de luz, cabaças, latas abandonadas, além de ocos de árvores vivas quando em ambientes mais naturais ou arborizados.

A facilidade que a Tetragonisca tem para ocupar lugares variados para nidificação, adaptando-se às grandes cidades, influencia positivamente o sucesso evolutivo da espécie, mesmo com os grandes desmatamentos e as queimadas constantes nas florestas naturais do Brasil.

Ocorrência

Abelha Jataí é nativa do Brasil, com ampla distribuição geográfica - é encontrada do Rio Grande do Sul até o México.

Morfologia

A Jataí possui cor amarelo-ouro e tem corbículas pretas (aparelho coletor onde o pólen é recolhido). Também, não possui ferrão. É uma abelha muito mansa, no máximo, dá uns pequenos beliscões ou gruda cerume nos intrusos quando se sente ameaçada. Essa característica permite que ela seja criada perto de casa, de pessoas e animais sem oferecer riscos de ataques.

Ninho

O ninho construído pela Jataí é praticamente em forma de disco. Cera e resina separam o ninho como se fosse uma proteção, tanto na parte superior quanto na inferior do núcleo. A essa mistura de cera damos o nome de batume.

Os favos são construídos no sentido horizontal, em camadas sobrepostas. Quando as últimas células ainda estão com ovos na parte superior, as que estão na parte inferior arrebentam-se para conviver com as demais, tendo-se, assim, uma sequência de reprodução.

Na entrada do ninho é construído um tubo de cera, o qual é fechado durante a noite, deixando-se pequenos orifícios, como uma espécie de teia, a fim de permitir o arejamento interno.

Mel

O mel da Jataí, além de saboroso e suave, é bastante procurado por suas propriedades medicinais. É usado como fortificante e anti-inflamatório, em particular dos olhos. Além do mel, a Jataí produz própolis, cera e pólen de boa qualidade. Em comparação com as abelhas com ferrão, produz menor quantidade, mas o preço de venda é bem maior: um litro desse mel pode chegar a 100 reais.

É interessante lembrar que as abelhas armazenam separadamente o pólen e o mel em potes de tamanho semelhantes. Os potes de mel podem ser reconhecidos, porque são mais transparentes, enquanto os de pólen são opacos.




Fontes: Embrapa, USP, WebBee e Wikipédia

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Biscoito de Melado






Seja na época de Natal, Páscoa ou no decorrer do ano, um biscoito que sempre gostei aqui em Joinville foi este de melado. E hoje a postagem será dedicada a ele e a uma empresa do ramo a Biscoitos Werner.

Abaixo deixo uma reportagem publicada no Jornal A Notícia , uma reportagem veiculada pela RBS (filiada da TV Globo) e a página no Facebook da empresa.



Joinville- O período de natal chegou. É tempo de reviver aromas e sabores. Na mesa do catarinense, onde a colonização impregna a sua marca e mescla culturas, o biscoito de melado é um produto nutritivo que acompanha a vida o ano inteiro, mas que ganha formatos de pinheirinhos, botas, sinos, estrelas, papais noéis, instrumentos musicais, velas e guirlandas. No resto do ano, vale colorir a mesa e aguçar os sentidos com leques, bichinhos, nuvens e o que mais a criatividade mandar.

      Com sabor e perfume que agradam o todos os paladares, servidos com chá, leite ou café, os biscoitinhos de melado são o carro chefe da Werner, uma empresa que apostou numa receita que perfumava as ruas do bairro São Marcos, em Jonville. Como explica o proprietário José Henrique Werner, uma parceria fez com que a vizinha lhe cedesse a receita, em troca de trabalho para ela e suas ajudantes.

      Tradição passada de geração em geração, os biscoitinhos de melado do bairro São Marcos ultrapassaram os limites de Joinville e há  anos adoçam a boca de adultos e crianças em cidades vizinhas, inclusive no Paraná, São Paulo, Brasília, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Sem exageros, o proprietário conta das encomendas que recebe para presente. Embala pacotinhos especiais, que cruzam o Atlântico e garante que um deles, no passado, foi entregue ao papa João Paulo 2º, no Vaticano.

       Embora pareça complicada, o receita é simples. O segredo consiste na espessura da massa -quanto mais fininha, mais crocante, e no fato de deixar os biscoitinhos descansarem antes da pintura. O repouso faz com que ele encorpe e não quebre durante a pintura, que deve ser feita com a bolachinha na forma e não nas mãos. Para evitar desperdícios, outra dica é decorar como numa linha de produção. Usar primeiro uma cor em todos os biscoitinhos e depois voltar fazendo o restante dos desenhos com outra, ate o resultado desejado. Quem vai fazer a receita em casa pode aproveitar o momento da pintura como um motivo de união entre pais e filhos em torno da mesa, vivenciando o verdadeiro espírito do Natal.

       Mais informações na rua Tupy, 1137, bairro São Marcos, em Joinville, ou pelo telefone (47) 3417-3156.


Link para o Face



Link para Reportagem com a receita