sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Óleo e Água não se Misturam



Este assunto me foi repassado por um encarte do Jornal  A Notícia , de Joinville -SC.  Ao ler, resolvi me aprofundar um pouco no assunto, afinal pato novo não mergulha fundo, buscar mais informações, fotos, imagens a qual retransmito neste Post.
O Principal objetivo das matérias encontradas é informar e conscientizar a população a respeito da forma adequada de descartar o óleo de cozinha usado. E assim, minimizar os transtornos causados pelo entupimento na rede coletora de esgoto, mau cheiro, vazamento, danos ambientais, entre outros.
Separando o óleo de cozinha e descartando corretamente você ajuda a preservar o meio ambiente e evita danos ao sistema de esgotamento sanitário, pois a gordura dispensada pelo ralo da pia além de provocar refluxo nas casas, romper tubulações e causar mau cheiro, pode travar as moto-bombas nas estações de tratamento de esgoto e compromete a atividade biológica do processo de depuração da água e ainda provocar extravasamentos de efluentes para os rios.

Como participar?
Veja a figura abaixo


Onde depositar as garrafas cheias? Clique AQUI


































Em Brasília
Se o seu estabelecimento é um bar, condomínio, indústria, restaurante ou similar te convidamos a se tornar um amigo da natureza, cadastrando-se como parceiro no Projeto Biguá. Para tal, entre em contato com a nossa equipe pelo telefone (61) 3214-7989 ou pelo email  projetobigua@caesb.df.gov.br, para que seja disponibilizado um recipiente em seu estabelecimento. Todo óleo de fritura deverá ser descartado neste recipiente que quando estiver cheio, o Projeto Biguá o recolherá e o substituirá por um recipiente vazio.


Você que é consciente e se preocupa com o meio ambiente, orientamos que todo o óleo usado em sua casa, seja armazenado em recipientes de plásticos do tipo de amaciante de roupa ou de água sanitária. Quando o recipiente estiver cheio, mande um e-mail para projetobigua@caesb.df.gov.br ou leve-o para um dos Pontos de Entrega Voluntário – PEV, listados abaixo:
- Caesb (Sede Administrativa) - Av. Sibipiruna, Lotes 13 a 21, Águas Claras, Brasília-DF;
- Caesb (ETA Brasília/ Laboratório Central) - SAIN, A/E s/n (entre o Detran e o DER-DF), Plano Piloto, Brasília;
- Administração do Park Way - Av. Contorno A/E 14, Lote 15, Núcleo bandeirante, Brasília-DF;
- IBRAM - SEPN 511, Bloco C, Ed. Bittar, Plano Piloto, Brasília-DF;
- Ministério dos Transportes - Esplanada dos Ministérios, Bloco R, Plano Piloto, Brasília-DF;

Para saber mais:

 


quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Pratos famosos - Pavlova



Continuando as postagens sobre a origem do nome de pratos famosos.
Transcrição do texto de Carlos Eduardo de Oliveira, publicado na revista Gula. 

Pavlova
Uma bailarina russa divide duas nações irmãs


O delicado doce que homenageia a famosa bailarina russa Anna Pavlova (1881-1931) até hoje é motivo de embate entre Austrália e Nova Zelândia, com ambos reivindicando a paternidade da receita. De certo mesmo é que o doce com crosta de merengue, recheio de chantili e cobertura de morango e kiwi frescos teria nascido na década de 20 ou 30, durante uma turnê da dançarina pela Oceania. De um lado, a Nova Zelândia clama para si a glória da invenção com base em pesquisas dando conta que a receita teria sido criada em 1926 por um chef de um hotel de Wellington, durante turnê mundial da dançarina; a Austrália, por sua vez, evoca a história do chef Bert Sachse, do hotel L’Esplanade, de Perth, que teria homenageado Pavlova em 1935, criando a iguaria. De certo mesmo é que, para as duas nações, a pavlova é quase parte da identidade nacional, imprescindível no Natal e em comemorações importantes.
  Lembrando sempre que a reportagem foi extraída da Revista Gula – Ed 216. 

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Bouquet - Especialidades Francesas


 Dentre as combinações criadas pelos franceses, duas são bem conhecidas e utilizadas na gastronomia brasileira.

Bouquet Garni
Ingredientes
- 1 folha de louro
- 1 galho de tomilho
- 3 galhos de salsinha
- 1 talo de alho poró


Serve para dar sabor a caldos, sopas, molhos e ensopados.
As ervas podem ser amarradas com um pedaço de alho poró ou envolvidas em pedaços de pano fino.
Ervas Finas
Ingredientes em partes iguais
- cebolinha
- cerofólio
- estragão
- salsinha
Ideal para aromatizar pratos com ovos, carnes, legumes, saladas e molhos cremosos

Outros “bouquet”
- bouquet garni provençal que inclui um pedaço de casca de laranja desidratada
- bouquet garni variante que retira o louro e adiciona manjerona e segurelha
- bouquet garni vitoriano revela um ramalhete mais elaborado e acrescenta, entre outras, pimenta vermelha.
Formas de Montar
Os ingredientes, quando frescos, são atados num molhinho com fio de cozinha, que permite que o cozinheiro possa facilmente retirar o bouquet da panela no fim da cozedura, antes de servir o prato. Para ingredientes secos, faz-se um saquinho com gaze e colocam-se os ingredientes dentro.




Dicas
- Tente usar ervas orgânicas, livres de agrotóxicos, sempre que possível.
- Se adicionar sálvia, use apenas um pouco, pois esta é bastante poderosa.
- Para uma mudança que adiciona sabor, amarre com uma folha de alho-poró.
- Outras adições possíveis incluem: cerefólio, manjerona, segurelha de verão, raspas de limão, estragão, casca de laranja, alecrim, alho-poró, folhas de aipo, aipo-rábano, manjericão, pedaços de aipo, raspas de lima, cenoura, cebola, batata, cravo, pimenta, sementes de coentro, etc.
- Pode misturar ervas secas e frescas se quiser, mas precisará usar gaze para proteger as secas
- Lave todas as ervas frescas, não importa onde plantou, ou comprou, para evitar possíveis contaminações