segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Farofa de castanhas e especiarias




Ingredientes – seguir esta proporção (10 pessoas)
- 1 xícara de amendoim
- 1 xícara de avelã
- 1 xícara de castanha do Pará
- 1 xícara de castanha de caju
- 1 xícara de nozes
- 1 xícara de mel
- 1 colher de páprica picante
- alecrim
- sálvia
- 3 cebolas raladas
- 500g de farinha de boa qualidade
- 300g de manteiga

Como fazer o Mix de castanhas
1) Em um tabuleiro coloque todas as castanhas
2) Coloque por cima mel, páprica picante, alecrim e sálvia, e leve ao forno, a uma temperatura de 180° por 10 a 30 minutos, aproximadamente.
3) Vire e mexa a cada 5 minutos
4) Quando perceber que está tudo incorporado e formou uma espécie de caramelo está pronto
5) Depois de pronto solte as castanhas e faça como se fosse um pouporie


Como fazer a farofa
1) Coloque a manteiga em uma frigideira e refogue as cebolas raladas (ou picadas miudamente)
2) Deixe apurar. Quando ficar douradinha adicione a farinha aos poucos.



Dicas
Arroz de Especiarias
- para uma apresentação diferente misture o mix de castanhas, ou apenas disponha por cima, conforme a foto.


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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Símbolos do Natal



Na mesa da ceia, o peru, o panetone e as frutas secas sempre estão presentes. Conheça um pouco da origem desta tradição.
O Natal está próximo e, com ele, resgatamos todos os símbolos da tradição natalina. Enfeitamos o pinheiro com bolas e laços, colocamos guirlandas nas portas e começamos a preparar a ceia. Uma receita diferente aqui, uma nova sobremesa... Mas o peru, o panetone e as frutas secas, sempre estão presentes na mesa. Você sabe de onde vem o costume de servir estes alimentos na noite de Natal? Descubra aqui!
Peru: Ave especial 
A tradição de servir a ave em grandes ocasiões teve origem nos EUA. Antes da colonização inglesa, os índios norte-americanos serviam o peru, principalmente nas épocas de colheita, como uma forma de comemoração. Esses povos sempre serviam peru em oferendas e o considerava um símbolo de fartura, por ser uma ave grande capaz de alimentar a muitos. Essa tradição foi adotada pelos ingleses, que passaram a servi-lo nas datas especiais. Ele é, também, o prato principal do Dia de Ação de Graças, um importante feriado norte-americano. Aqui no Brasil, o hábito de comer o peru no Natal foi incorporado às nossas tradições a partir da década de 1930.
É justamente porque é um prato capaz de alimentar a muitos, que não pode deixar de falta numa bela Ceia de Natal Brasileira. 
Panetone: Não dá para resistir Esta delícia foi criada na Itália, mas há várias versões a respeito de sua origem. A mais romântica conta que, no século XV, um jovem milanês chamado Toni, apaixonou-se por Adalgisa, a linda filha de um padeiro, que não aprovava o namoro. Para conseguir ficar perto de sua amada e impressionar o velho padeiro, Toni empregou-se como ajudante na padaria. Lá, criou um maravilhoso pão com frutas, de extrema delicadeza e sabor especial. O formato do pão, totalmente diferente, imitava a cúpula de uma igreja. O jovem presenteou com o pão o futuro sogro e assim conseguiu a tão sonhada permissão para se casar com sua amada. O sucesso da receita foi imediato e a iguaria passou de Pani di Toni (Pão de Toni) a ser conhecida como Panetone.
Outra versão conta que um chef de cuisine chamado Gian Galeazzo Visconti, duque de Milão, em 1395, criou um pão diferente para uma festa. A receita fez um sucesso incrível por causa do seu sabor rico e diferenciado. A partir daí, o hábito de comer panetone em grandes ocasiões foi incorporada às tradições natalinas italianas e, depois, em todo o mundo.
Frutas secas O costume de servir frutas secas na ceia de Natal é antigo. Surgiu em Roma, antes mesmo do cristianismo, como parte das celebrações do “solstício de inverno” (a noite mais longa do ano, quando a Terra atinge o ponto mais distante do Sol. No hemisfério norte, esse fenômeno acontece por volta do dia 21 de dezembro). Naquele tempo, era tradição presentear adultos e crianças com uvas, tâmaras, ameixas ou pêssegos desidratados. Mas as frutas secas também tinham um significado singular. Para os supersticiosos romanos, elas representavam a abundância e a prosperidade, e eram amuletos contra a fome e a pobreza.

Confira quanto você sabe sobre o significado e a história das festas natalinas com este teste elaborado por Vinícius Queiroz Galvão, 27. Repórter de política da Folha Online.

Imagem cedida pela Perdigão
Outros Alimentos

Chester
Foi criado nos anos 80, pela Perdigão, para ser uma alternativa mais barata ao peru. O Chester não é nome de um animal, mas de uma marca criada pela própria empresa. Ele é fruto de um cruzamento de linhagens especiais de aves e tem bastante carne: 70% são peito e coxa
Lentilha
Dizem que comer lentilha na virada do ano traz sorte. Esse costume chegou ao Brasil com os imigrantes italianos que acreditam no seguinte ditado: "Lenticchie a capod´anno franchi tutto l´anno", ou seja, "Lentilha no Ano-Novo, dinheiro o ano todo"
Rabanada
É uma tradição européia. Em Portugal, o doce é conhecido como "fatia de mulher parida", pois ele era dado às mulheres depois que davam à luz para aumentar a produção de leite. Esse prato teria surgido como alternativa para aproveitar os restos de pão duro, que eram jogados fora
Pernil
Também de origem européia, o pernil é mais comum no interior de São Paulo. Nessa região, dizem que, como o porco é um bicho que "fuça" a comida, comê-lo na passagem de ano faz a vida ser empurrada para frente. Diferente das aves, que ciscam para trás e fazem a pessoa regredir
Comida agridoce
Misturar frutas com comida é uma tradição brasileira, influenciada por costumes indígenas e africanos. O abacaxi com tênder, por exemplo, é uma criação do Brasil, já que o abacaxi é uma fruta local. Já as cristalizadas e uvas-passas tiveram origem nos países mediterrâneos


Outros Símbolos

Árvore
Antes que se difundisse dos países do norte da Europa para o resto do mundo, após a Primeira Guerra Mundial, a árvore fazia parte dos costumes pagãos dos antigos povos nórdicos. Eles consideravam o pinheiro um símbolo de vida porque permanece verde no inverno.
Papai Noel
Acredita-se que a origem do Papai Noel esteja ligada ao bispo são Nicolau, que viveu na Ásia Menor, no século 4º. Segundo a lenda, o bispo dava presentes às crianças pobres, deixando-lhes pacotes enquanto dormiam.
Presentes sob a árvore
O costume de pôr presentes sob a árvore de Natal começou durante o reinado de Elizabeth 1ª, filha de Henrique 8º, na Inglaterra, no século 16. Ela promovia festas natalinas e recebia muitos presentes. Como era praticamente impossível receber diretamente todos os presentes que lhe eram dados, adotou-se o costume de deixá-los sob uma grande árvore de natal montada nos jardins do palácio.
Cartões de Natal
Os cartões de Natal surgiram na década de 40 do século 19, na Inglaterra. O artista plástico e livreiro John Callicot Horsley, a pedido do então diretor do Museu Britânico, sir Henry Cole, criou desenhos natalinos em um cartão com espaço para escrever mensagens de boas festas.

Nas próxima postagens irei colocar uma receita de Peru de Natal, Tender Tradicional, Farofa de Castanhas e Rabanada.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Calda de Frutas Vermelhas




Frutas vermelhas (que nem são tão vermelhas) é um nome meio vago, então para simplificar você pode usar na proporção que quiser uma combinação de quaisquer destas frutas: morango, framboesa, amora, mirtilo, ameixa e quais mais vocês quiserem. Pode usar também 1 (uma) só destas frutas. Vale aproveitar a safra e os preços.


Ingredientes – seguir esta proporção
- 1 xícara (chá) de frutas picadas
- 1/2 xícara (chá) de açúcar
- 50 ml de vinho do porto ou qualquer outro tinto

Como fazer
1) Higienize todas as frutas, lavando-as e secando com um papel toalha. Cuidado com as framboesas e os mirtilos, que são mais delicados. Retire os talos dos morangos e parta-os ao meio
2) Levar ao fogo todos os ingredientes
3) Ferva todos os ingredientes
4) Amasse ainda no fogo (usei o amassador de batatas para ficar com pedacinhos)
5) Reduza até ficar na consistência desejada ( 8 a 10 minutos)
6) Sirva sobre o prato que desejar

Dicas
- poderá fazer também no microondas, num recipiente alto, cozinhando por 8 a 10 minutos. É interessante fazer minuto a minuto, para mexer a calda e deixar na consistência desejada. Caso queira a calda mais lisa, peneire.
- Acompanham bem sorvetes, flans, tortas, carnes delicadas.


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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Moqueca de Arraia



As raias ou arraias são peixes cartilaginosos marinhos classificados na super ordem Bathoidea (ou Rajomorphii) dos Elasmobranchii, que agrupa também os tubarões. As raias têm o corpo achatado dorsiventralmente e, por consequência, as fendas branquiais encontram-se por baixo da cabeça – essa é a principal característica que distingue dos "verdadeiros" tubarões. Vivem normalmente no fundo do mar, embora algumas, como a jamanta, habitam o mar aberto.

Ingredientes
- 1 kg de arraia cortada e limpa (eu usei congelada)
- 3 batatas médias descascadas  e cortadas em rodelas grossas
- 3 cebolas médias sem casca e cortadas em rodelas 
- 3 tomates sen pele e cortados em rodelas
- 1 pimentão amarelo sem sementes cortado em rodelas
- 1 pimentão vermelho sem sementes cortado em rodelas
- 1 pimenta dedo de moça sem sementes cortada em tiras bem finas
- 1 vidro de leite de coco
- 1 maço de cheiro verde picado
- azeite, sal e pimenta do reino (moída na hora) a gosto
- Outros temperos a gosto: sálvia, coentro, açafrão, alho, azeite de dendê

Modo de fazer
1. Em uma panela de barro, forre o fundo com as batatas e o azeite.
2. Acrescente o tomate, a cebola, a pimenta e o pimentão fazendo uma espécie de camada
3. Acrescente uma camada da arraia temperada (sal e pimenta)
4. Monte mais uma camada com o tomate, a cebola, a pimenta e o pimentão, e após uma de arraia. Faça camadas sucessivas até acabar o peixe.
5. Salpique com uma parte do cheiro verde (e outros temperos).
6. Cozinhe por 20 a 25 minutos com a tampa fechada ou até o tomate desmanchar e formar um caldo.
7. Adicione o leite de coco (o dendê - opcional, umas 4 colheres é suficiente)
8. Deixe ferver por mais 5 minutos e sirva.
9. Como acompanhamentos: arroz branco e farinha de mandioca.
10. Observação:as batatas que ficam depositadas no fundo costumam queimar.

SE VOCÊ GOSTOU DESTE PRATO....

sábado, 30 de novembro de 2013

Branqueamento de alimentos - Post II de II



Como é feito o branqueamento do Brocólis?

- Brócolis e Couve-flor: deixar de molho em água, sal e limão por 07 minutos, branquear por 03 minutos, resfriar e congelar em zipy. A couve-flor deve ser usada somente os buquês.Tempo de conservação: 06 meses.
Passo a Passo
Fora de esquadro para melhor visualização.

Cuidados especiais no branqueamento

- Abóbora amarela: cozer com casca e em pedaços. Depois de resfriada, descascar e zipar.
- Alcachofra: branquear em água com limão por 15 minutos, lavar e escaldar por 05 minutos, resfriar e congelar em zipy.
- Alho: picar ou moer, acrescentar óleo, colocar em zipy e congelar. Tempo de conservação: 06 meses.
- Batatas: você pode congelar as batatas cozidas ou cruas.
No primeiro caso, cozinhe as batatas e amasse como purê, embrulhe em papel-filme e leve ao congelador.
 Para batatas cruas, lave, descasque e corte em cubos. Mergulhe em água fervente por 5 minutos e resfrie em uma tigela com água e gelo. BRANQUEAMENTO! Escorra, embale em papel-filme e congele.
- Beterraba: cozer ou branquear com casca, inteira. Colocar em zipy e congelar.
- Castanhas: cortar, escaldar, resfriar e colocar em zipy.
- Cebola: fatiar, congelar em aberto, colocar em zipy e congelar. Tempo de conservação: 06 meses.
- Cogumelos: deixar de molho em água, limão e sal por 05 minutos, escaldar por 3 minutos em água com uma pitada de açúcar, resfriar e congelar em zipy.
- Couve: branquear as folhas inteiras por 03 minutos, resfriar, secar, embalar as folhas enroladas em zipy. Tempo de conservação: 12 meses.
- Mandioca: cozida ou crua em aberto. Deve estar limpa e cortada. Descongelar em água fervente ou óleo quente.
- Palmito: branquear por 04 minutos em água com limão, secar e colocar em zipy.
- Pimentão: sem branquear, cru se for inteiro. Tempo de conservação: 12 meses.
- Repolho: branquear a folha inteira por 01 minuto, secar e enrolar a folha colocando uma ao lado da outra em zipy e congelar. Colocar na embalagem: Tempo de conservação: 06 meses.
- Salsa: lavar, secar bem retirar as folhas dos talos maiores e congelar em zipy. Depois de algumas horas, atritar a embalagem ainda congelada para que fique toda picada. Esse procedimento pode ser feito com todos os temperos verdes. Tempo de conservação: 06 meses.
- Sucos de vegetais crus: congelar em formas de gelo ou potes (com espaço para dilatação).
Tempo de conservação: 04 meses.
- Tomate em suco: picar e levar ao fogo até ferver em panela tampada. Bater no liquidificador e peneirar, temperar com pouco sal, resfriar, colocar em formas de gelo e depois em zipy.
- Tomates inteiros: só em bom estado, com casca, retirar o cabinho. Não precisa de branqueamento e deve ser usado para cocção, pois amolece demais.
 - Vagem: branquear por 02 minutos, cortar as pontas e fibras, branquear, resfriar e zipar. Descongelar em água com temperos por 05 minutos. Tempo de conservação: 12 meses.
Durabilidade
- As verduras cozidas, em pratos prontos, tem a duração de 03 meses quando congeladas.
- As verduras cruas branqueadas ou escaldadas têm a duração de 12 meses quando congeladas.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Risoto ao Limão Siciliano


 Limão Siciliano
Espécie da família das rutáceas, o limoeiro siciliano (Citrus limonum ou Citrus limonia) pertence ao gênero citrus. A árvore atinge 4 metros de altura, com ramos curtos e muitos espinhos. As flores são brancas, reunidas em inflorescências com 2 a 20 unidades. Os frutos têm suco ácido, aromático, de cor amarelo-clara. A casca, também muito atomática, é verde-clara ou amarela quando o fruto amadurece. Originário da Índia ou da Malásia, o limão foi introduzido na Assíria e de lá passou para a Grécia e Roma. Depois se espalhou pelo norte da África e Europa antes do descobrimento da América. Os portugueses o trouxeram para o Brasil. Hoje é amplamente cultivado no norte da África, Itália e Espanha. A produção de limão siciliano no Brasil é pequena. Boa parte do que se encontra no mercado vem de fora. Na culinária, entra em marinadas e molhos para salada. Com o suco se fazem ainda geléias, sorvetes, coquetéis, cremes, recheios. Em toda a Itália são famosos os licores e as granitas produzidos com o limão. A casca pode ser usada em compotas e conservas salgadas. O limão entra finalmente em marinadas para carnes grelhadas ou assadas

Ingredientes para o Risoto
- Arroz arbóreo (1 xic p/2 pessoas)
- 1 tablete de Manteiga
- 1 cálice de vinho BRANCO seco (pode ser de tampinha)
- 1 cebola em cubos pequenos
- sal a gosto

Fundo
- 1 cenoura em rodelas
- 1 cebola em rodelas
- 1 alho poró ou salsão lavado e em fatias
- 1 folha de louro
- 1 ramo de tomilho fresco
- 2 litros de água

Recheio
- limão siciliano (raspas da casca e suco)
- cream cheese
- 1/4 tablete de manteiga
- parmesão ralado a gosto

Modo de Preparo
1. Preparar o fundo: juntar todos os ingredientes do fundo e cozinhar por 30 minutos. Coar e reservar o caldo formado.
2. Numa panela aquecida adicionar a gordura, após o arroz e mexer por alguns minutos até que a manteiga derreta.
3. Adicionar o vinho e mexer até evaporar.
4. Adicionar o caldo ao arroz até que cubra tudo. Mexer sem parar até evaporar.
5. Repetir este processo (2ªvez), só que acrescentando o suco de um limão ao caldo na panela.
6. Repetir o processo pela 3ªvez (só o caldo agora) e cozinhar até que o grão fique al dente,
7. Para mantecura (antes de servir – dar brilho e liga) acrescentar manteiga e e o cream cheese.
8. Ao servir coloque as raspas do limão para decorar e dar "uma cor".

SE VOCÊ GOSTOU DESTE PRATO....