sábado, 20 de abril de 2019

Ossobuco com Linguiça Blumenau



Esta receita é variação da postagem anterior, mais rápida e mais fácil ainda, com menos ingredientes. Servi com mandioca cozida. Fotos do prato e ingredientes feitas com celular.

Preparo: 15 min

Cozimento: Na panela de pressão, cerca de 30 min.


INGREDIENTES

- 4 peças de ossobuco

- 1 Linguiça tipo Blumenau

- 1 ramo de alecrim

- 1 Lata/Pacote de polpa de tomate (400g)

- 1 cebola picada

- azeite, sal e pimenta a gosto




PREPARO

1. Aqueça o azeite na panela de pressão e doure o ossobuco dos dois lados, e após adicione a cebola.

2. Após dourar a carne e cebola,acrescente a linguiça Blumenau, o alecrim (lavado) e a polpa de tomate. Lave a lata com água limpa e adicione também.

3. Tempere com sal e pimenta.

4. Cozinhe por 30 min em fogo baixo, após levantar pressão.

5. Sirva acompanhado de mandioca cozida.



NOTAS
1. Linguiça  Blumenau - "A linguiça Blumenau é do tipo pura: leva paleta e pernil suínos moídos e 28% de gordura, proveniente do toucinho lombar. De tempero, apenas pimenta branca, alho e sal e a tripa usada é a suína. O embutido passa pelos defumadores com serragem e brasa, a uma temperatura máxima de 50 graus C, onde fica 36 horas."
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet/historia-linguica-blumenau/
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2. Ossobuco - é um corte de carne retirado da perna traseira do boi ou da vitela, mais conhecido como o músculo, porém ele é retirado na transversal da fibra. Tem a forma arredondada e tem uma parte óssea em formato de tubo, onde está o tutano, rico em proteínas, com alto valor nutritivo, gorduroso e gelatinoso.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Ossobuco com Tomate e Laranja




Escolhi esta receita para dar inicio a série Francesa do Blog.
Receita com poucos ingredientes, fáceis de encontrar, preparo rápido, cozimento nem tanto e com preço acessível. Fotos do prato, ingredientes e modo de preparo feitas com celular.

Preparo: 15 min
Cozimento: 1h a 1h30min, numa caçarola. Caso utilize a panela de pressão, este tempo reduzirá pela metade, cerca de 30 min.


INGREDIENTES

- 4 laranjas (utilizei a Bahia ou Umbigo)
- colheres de sopa de azeite de oliva
- 8 peças de ossobuco
- 2 ramos de alecrim
- 2 latas de polpa de tomate (800g)
- sal e pimenta a gosto


PREPARO

1. Aqueça o azeite numa panela e doure o ossobuco dos dois lados.

2. Enquanto o ossobuco estiver dourando, lave as laranjas, raspe as cascas e extraia o suco.

3. Após dourar a carne, acrescente o suco da laranja (sem sementes), as raspas da casca, o alecrim (lavado) e a polpa de tomate. Lave a lata com água limpa e adicione também.

4. Tempere com sal e pimenta.

5. Cozinhe por 1 h e meia em fogo baixo. Mexa as vezes para não queimar o fundo. Na pressão o tempo reduzirá pela metade, e terá a certeza da maciez ao músculo.

6. Sirva acompanhado de uma massa fresca. Utilizei risoni.


NOTAS

1. Utilize um “zester” para raspar a laranja.


2. Risoni - Orzo, às vezes chamado de arroz italiano, é uma massa alimentícia típica da cozinha italiana, e que tem a forma do arroz. É frequentemente usado em sopas. É conhecido também como risoni ou kritharaki. Veja uma receita aqui no Blog.

3. Ossobuco - é um corte de carne retirado da perna traseira do boi ou da vitela, mais conhecido como o músculo, porém ele é retirado na transversal da fibra. Tem a forma arredondada e t uma parte óssea em formato de tubo, onde está o tutano, rico em proteínas, com alto valor nutritivo, gorduroso e gelatinoso.


sábado, 13 de abril de 2019

Novo livro, Novas receitas



Novo livro – Entre uma atividade e outra, envolvendo meu filho, fui a Livraria ver revistas, material escolar, jogos e livros. Deparei-me com “SIMPLÍSSIMO - O livro de receitas francesas + Fácil do Mundo”, da editora Sextante. Dei uma folheada, receitas fáceis, variadas, com fotografias e um preço acessível. Comprei. Ou seja, nos próximos meses, irei postar muitas receitas que serão testadas e, se, aprovadas estarão aqui disponíveis para consulta.

Bon appétit

Abaixo registro cópia do texto do site da editora, bem como a foto do Livro.

"Quando o chef francês Jean-François Mallet resolveu escrever o livro de culinária mais fácil do mundo, não estava brincando. Ele queria provar que, a partir de uma combinação criativa de pouquíssimos ingredientes, é possível elaborar pratos descomplicados e gostosos, e até mesmo surpreender seus convidados.

Sucesso em 15 países, Simplíssimo ensina a preparar refeições superpráticas, deliciosas e com um toque gourmet! São mais de 180 receitas ilustradas com fotos que vão abrir o seu apetite.

1) 2 a 6 ingredientes por receita, apresentados visualmente.

2) Poucos minutos de preparo, para quem não tem tempo a perder!

3) Uma receita curta, simples e precisa.

4) Uma foto belíssima de cada prato, mostrando o resultado final.

Esse livro é fruto de anos de experiência do autor.
Ele busca responder à pergunta que todos nós fazemos quase diariamente:

"O que fazer para o jantar?"



quarta-feira, 10 de abril de 2019

Torta Folhada de Alho Poró e Brócolis





Hoje a receita é variação da anterior, utilizei alho poró que havia comprado e brócolis (sobra do almoço). Testei algumas variações que irei postar, certo ou errado, fica a critério do leitor. Fotos sempre de celular.


INGREDIENTES
- 1 pacote de massa folhada
- Alho poró e brócolis na quantidade da foto

- 3 a 4 colheres (sopa) de manteiga
- 1 fio de azeite extra virgem (usei um trufado)
- 1 colher de sopa de farinha de trigo (esqueci de colocar, mas não vi diferença)
- queijo ralado a gosto
- sal e pimenta a gosto
- 1 ovo mexido para pincelar, mas uma gema é suficiente.



PREPARO
1. Descongele a Massa – a massa vendida no mercado às vezes vem congelada, se for seu caso, descongele. Unte uma assadeira baixa, e disponha a massa.

2. Numa panela  wok aqueça a manteiga, acrescente a farinha de trigo, deixe dourar levemente. Acrescente o alho poró e brócolis. Despeje um fio de azeite para umidificar mais o recheio. Refogue até ficarem macios e murchem. Tempere com sal e pimenta do reino.

2.1. Testei em não refogar, pois os Brócolis já estavam cozidos (almoço) e o Alho poró foi cortado em tiras finas, além do azeite e queijo ralado. Ficaram cozidos.

3. Adicione o recheio na forma com a massa, dobre as laterais e pincele uma gema de ovo sobre a massa.

4. Leve para assar em forno pré-aquecido a 200 graus até dourar. Aproximadamente 20 minutos. No ramekin coloquei o recorte da massa com o resto do ovo mexido.

5. Sirva imediatamente.


quarta-feira, 20 de março de 2019

Torta Folhada de Shitake - Cogumelos





Mais uma receita originária de revistas.
Desta vez veio do Clube de assinatura de vinhos.
Receita fácil, rápida e merecedora de elogios dos convidados.
Receita original de cogumelos, mas com criatividade, e uma boa limpeza na geladeira, pode-se alterar sabores e textura, que tal experimentar com ricota, tomate, queijo, presunto, linguiça Blumenau, requeijão, espinafre, etc...


INGREDIENTES
- 1 pacote de massa folhada
- 2 bandejas de shitake (ou o cogumelo de sua preferência - utilizei uma de cada)
- 3 a 4 colheres (sopa) de manteiga
- 1 fio de azeite extra virgem (usei um trufado)
- 1 colher de sopa de farinha de trigo
- 4 dentes de alho (usei desidratado)
- Ramos de tomilho
- sal e pimenta a gosto
- 1 ovo mexido para pincelar, mas uma gema é suficiente.


PREPARO
1. Descongele a Massa – a massa vendida no mercado às vezes vem congelada, se for seu caso, descongele. Unte uma assadeira baixa, e disponha a massa.

2. Numa panela  wok aqueça a manteiga, acrescente a farinha de trigo, deixe dourar levemente, e adicione o alho. Acrescente os cogumelos picados e os ramos de tomilho. Despeje um fio de azeite para umidificar mais o recheio. Refogue até que toda a água seque ou  os cogumelos murchem. Tempere com sal e pimenta do reino.

3. Adicione o recheio na forma com a massa, dobre as laterais e pincele uma gema de ovo sobre a massa.

4. Leve para assar em forno pré-aquecido a 200 graus até dourar. Aproximadamente 20 minutos. No ramekin coloquei o recorte da massa com o resto do ovo mexido.

5. Sirva imediatamente.

COGUMELOS – LAVAR OU NÃO LAVAR
- Se lavar perdem um pouco do sabor, já que absorvem água.
- Quando refogar, podem perder a textura, ficando muito moles.
- As dicas para tirar a terra são: utilizar uma escovinha ou papel toalha.

quarta-feira, 6 de março de 2019

Canjiquinha com costelinha suína e linguiça Blumenau



Após duas postagens sobre a origem da canjiquinha , bem como explicações de alguns subprodutos do milho segue uma receita de um prato típico, bom para dias frios. Fiz pela primeira vez este ano, e repetirei, com certeza, ficou muito bom.
Segue abaixo uma receita, a qual inclui um produto regional de Santa Catarina, a Linguiça Tipo Blumenau.

INGREDIENTES
- 250 g canjiquinha (quirera) – ½ pacote
- 500 g costelinha

- 200 g bacon em cubinhos. A pele coloquei na Air Fryer e fiz uma pururuca. Poderia usar para decorar, mas não deu tempo, comi antes.

- 1 linguiça tipo Blumenau (regionalizar o prato)

- 2 a 3 cebolas bem picadas, vai do gosto

- 4 dentes de alho amassados
- 2 a 3 tomates, sem peles
- Sal e pimenta a gosto
- Cheiro verde

MODO DE PREPARO
- Lave a quirera bem lavada e deixe de molho enquanto frita a costelinha, depois escorra e ferva conforme as instruções da embalagem. Não precisa usar a panela de pressão.
- Em uma panela coloque o óleo e doure a costelinha (reserve)
- Frite agora o bacon, após dourar acrescente a linguiça Blumenau e deixe dourar mais um pouquinho (reserve)

- Agora frite a cebola, deixe dar um boa suada (uns 5 minutos) sem tampar a panela, aproveitando para limpar o fundo queimado da costelinha e bacon. Adicione o alho e, por fim o tomate

- Coloque a costelinha, bacon e linguiça, adicione água e misture bem, para cozinhar as carnes

- Por último coloque a quirera e um pouco mais de água. Repare na foto que coloquei a quirera aos poucos para não ficar muito "massuda"

- Deixe ferver por 10 minutos. Observe o ponto da canjiquinha e da carne (dureza).
- Confira se está cozido, corrija o sal, coloque pimenta moída na hora, o cheiro verde e sirva.




sexta-feira, 1 de março de 2019

Fubá - Farinha de Milho - Quirera - Maisena (amido de milho)



Farinha de milho é o pó ou granulado que se obtém moendo o milho mediante diferentes métodos. Como cultivo tradicional dos povos originários da África e das Américas, é nestas partes do mundo onde mais se consome, sendo parte fundamental da culinária de Angola, do Brasil, da Colômbia, do México, de Moçambique, do Peru e da Venezuela.


Fubá (do quimbundo fuba, “farinha”) é a farinha fina feita com milho ou arroz moído muito empregada na culinária. Na sua versão de farinha de milho, é muito utilizado para fazer bolos, sendo o bolo de fubá um alimento típico de festas juninas no Brasil.

Foi introduzido no Brasil pelos portugueses mas passou a ser utilizado mais intensamente no século XVIII por tropeiros muitas vezes substituindo a farinha de mandioca

No Brasil, de acordo com a ANVISA, são sinônimos, significando o produto obtido pela moagem do grão de milho (Zea mays L.), desgerminado ou não.

Não obstante essa definição oficial, em linguagem coloquial brasileira geralmente se reserva a designação “fubá” para a farinha moída mais fina, usada em bolos, angus e polentas, enquanto se chama de “farinha de milho” o produto mais grosso, em flocos, usado em farofas e cuscuzes. O processo de fabricação também é diferente: o fubá é feito pela moagem de grãos secos de milho, enquanto a farinha de milho é feita a partir de uma massa de grãos macerados, esmagados, peneirados e por fim floculados

Quirera ou Quirela ou Canjiquinha, é o milho triturado, mas não em pó. Alimento para pintos (filhote de galinha),  pequenas aves e utilizado em algumas refeições



Amido de Milho ou Maisena, é a farinha feita do milho usada na culinária ou para o preparo de cremes, como espessante.



Usa-se também a palavra maisena, termo derivado da marca comercial Maizena um amido de milho criado nos Estados Unidos em 1842, agora produzido pela empresa multinacional Anglo-Holandesa Unilever. Maizena por sua vez vem da palavra para milho (maíz) em espanhol

Para a sua confecção os grãos de milho são molhados e têm retiradas a casca e a plântula embrionária. Após secagem, o grão remanescente, quase que totalmente de amido, é triturado e moído até se transformar num pó bem fino.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Canjiquinha - Pela Égua - Xerém - Quirera



A canjiquinha, também conhecida por quirera de milho ou péla égua, é uma iguaria brasileira, presente na culinária de muitos estados brasileiros, tais como Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná que se constitui de milho triturado grosseiramente até se esfarelar (a ponto de não passar por uma peneira) sendo cozido com carne de porco (geralmente costelinha) e outros temperos caseiros. Há ainda variações (bem menos comuns) feitas com carne bovina, frango ou linguiça. Normalmente é servida em prato fundo, acompanhada de couve picada fina, refogada ou com pimenta.

A verdadeira data da origem do preparo da canjiquinha é desconhecida, porém há documentos relatando seu preparo por volta de 1749. Pode ser considerada uma variedade do xerém, nome dado em outras regiões a diversos pratos salgados da cozinha luso-brasileira baseados em milho quebrado e cozido.

A canjiquinha, em Minas, era comida de escravos há muitos anos atrás.

No Espírito Santo, é conhecida como Péla Égua, 

já no nordeste, o famoso Xerém.  


Quirera no Paraná, um prato que foi criado pelos tropeiros, que precisavam de uma alimentação substancial em suas longas jornadas nas cruzadas no sul do Brasil.



"Quirera" ou "quirela"?

"Quirera de milho" ou "quirela de milho"? Parece que a forma mais usada pelo povo é "quirela". Tanto faz. Existem as duas formas: quirera e quirela. A palavra é brasileira, de origem tupi.
Quirera - Do Tupi Guarani cuí-r-era = as farinhas

Essas palavras normalmente são usadas para nomear o milho quebrado que se dá às aves, mas muita gente também as usa em relação ao arroz ou outros cereais.
E nada de confundir "quirela" com "querela". Além de ter aplicação específica em linguagem jurídica, "querela" significa "discussão, pendência".
O livro "Nossa Língua Curiosa", da Pubifolha, escrito por Pasquale Cipro Neto, traz 365 esclarecimentos, um para cada dia do ano, sobre dúvidas gramaticais, grafia de palavras, curiosidades sobre a origem de expressões, entre outros dados.


domingo, 6 de janeiro de 2019

Peixe “Deusas de Bali”



Este ano passei uma temporada na Praia de Itaguaçu – São Francisco do Sul – Santa Catarina. Próxima a esta belíssima praia, fica Ubatuba (SC) onde alguns amigos possuem casa de veraneio, e para agradecer a recepção fizemos um jantar com frutos do mar para 2 casais. O nome do prato vem da decoração e sugestão das meninas. Tudo muito improvisado, pelo fato de ser uma casa alugada, utilizando os meios disponíveis, e produtos locais, mas que deu certo. Fiz Camarão na Moranga e o Peixe.

Ingredientes:
 - 4 filés de pescada
- 4 bananas prata
- 1 garrafa pequena de leite de coco (se achar pouco acrescente leite)
- Suco de 1 limão
- Sal a gosto
- Noz moscada a gosto
- 2 colheres de sopa de azeite
- 2 colheres de sopa de farinha de rosca
- 2 colheres de sopa de manteiga (margarina)
Opcionais
- 200g de queijo muçarela ralado (opcional para gratinar)
- Cebolinha/ salsinha
- Pimentão vermelho
- Alcaparras


Modo de fazer
Primeiro, tempere os filés de peixe com limão, sal e azeite. Deixe marinar por 20 minutos. No refratário, unte o fundo com a manteiga, e distribua as bananas fatiadas. Coloque os filés de peixe por cima, e após o leite coco. Rale um pouco de noz moscada sobre o molho e polvilhe com a farinha de rosca. Cubra com papel alumínio e leve pra assar por aproximadamente 20 minutos a 180 graus.
Opcional
- Queijo para gratinar
- No meu caso, coloquei cebolinha e pimentão para dar cor ao prato. Ou alcaparras.
Bom apetite!
Praia de Itaguaçu


Os amigos

As deusas de Bali

Feliz 2019