quinta-feira, 18 de julho de 2013

Pizza - Massa e Sabores


Ingredientes para Massa Básica - Média
- 15 g de fermento fresco ou 1 1/3 colher de chá de fermento biológico seco
- 1 xícara (250 ml) de água morna
- 2 xícaras (300 g) de farinha de trigo, mais um punhado para trabalhar a massa na mesa
- 1/3 colher de chá de sal ou uma pitada
- 1 colher de sopa de azeite de oliva extra vigem (opcional)
- 1 colher de sopa de margarina ou manteiga para untar a forma
- ½ lata de molho de tomate

Modo de Preparo
1. Coloque o fermento numa tigela e acrescente metade da xícara de água morna.
2. Mexa o fermento devagar até que se dissolva. Reserve e Deixe descansar por 10 minutos.
3. Coloque a farinha e o sal em uma tigela. Despeje o fermento, o azeite e um pouco da água restante, somente o necessário para obter uma massa um pouco grudenta. Se for o caso coloque o resto da água.

4. Polvilhe a mesa onde irá trabalhar, e despeje a massa, rolando-a até formar uma bola lisa.
5. Trabalhe a massa por 10 minutos com o punho. Quando estiver firme e não grudar mais nas mãos, levante-a e jogue sobre a mesa por duas vezes para soltar o glúten.
6. Coloque a massa numa tigela untada com óleo e cubra com pano. Deixe crescer por uns 10 a 15 minutos.
7. Depois de fermentada abra a massa com um rolo, cuidando para não quebrar.
8. Coloque a massa na forma untada de manteiga e estique-a até atingir as bordas da forma.
9. A partir daqui você pode tomar duas atitudes
a. pré assar a massa; ou
    b. Partir para cobertura.

10. Para pré assar ligue o forno 250ºantes de iniciar a etapa 7. E asse a pizza por uns 10 minutos. A Massa irá ficar crocante.
11. Para a cobertura inicial espalhe o molho de tomate com uma colher, depois acrescente os demais ingredientes. E asse a pizza por 15 a 20 minutos. A massa ficará macia.


Sabores
I – Portuguesa
- Preparar a massa básica e cobrir com molho de tomate
- Utilizar presunto, queijo, cebola, ovos cozidos, milho em lata, e azeitonas.
 Foto de 28 Jul 2012 - Sem assar
II – Vegetariana
- Preparar a massa básica e cobrir com molho de tomate
- Utilizar brócolis, milho em lata, palmito, tomate seco e mussarela de búfala.
 III – Banana
- Preparar a massa básica e cobrir com uma mistura de doce de leite com nutella.
- Utilizar bananas em rodelas e salpicar com canela ou açúcar mascavo.

SE VOCÊ GOSTOU DESTE PRATO....

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Carne em conserva



Uma receita simples, de preparo relativamente rápido e para consumir ao longo da semana.

INGREDIENTES PARA CARNE 
- 1 ½ kg de lagarto
- 1 folha de louro
- Pimenta do Reino e Sal (q/b)

INGREDIENTES PARA O MOLHO
- ½ copo de azeite de oliva (ou 1 ½ copo)
- 1 copo de óleo (ou só azeite)
- ½ copo de vinagre branco
- 3 cebolas cortadas em rodelas (ou mais - eu adoro cebola)
- 1 pimentão vermelho ( ou ½ amarelo e ½ vermelho ou 1 de cada - você pode adorar pimentão)
- 3 dentes de alho
- 1 molho de cheiro verde picado

MODO DE FAZER
Em uma panela de pressão colocar o lagarto, cobrir a carne com água, acrescentar o louro, pimenta e sal.
Cozinhar a carne por 1 hora, deixar esfriar e sair o vapor totalmente.
Colocar a carne no congelador até que fique consistente para o corte.
Refogar a cebola no óleo (azeite) e quando começar a dourar, juntar o pimentão e o alho.
Quando estiver refogado acrescentar o vinagre e o cheiro verde.
Cortar a carne em fatias finas. Use uma faca bem afiada ou elétrica.
Em um refratário com tampa (ou tupperware) intercalar camadas de carne com molho, finalizando com o molho.
Deixar na geladeira por 3 dias ou mais antes de consumir.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Pizza - A origem


Muitos dizem que os Romanos inventaram a pizza. Ou os egípcios. E até mesmo, os gregos. Sua origem é tão antiga que fica difícil dizer quem é o real inventor dessa iguaria! Conta-se que em Roma, antes de Cristo, os nobres comiam uma espécie de pão, que ia ao forno, misturado com ervas e temperos. Já no Egito, no aniversário do Faraó era servida uma massa achatada temperada com ervas.

Mas a versão mais tradicional da pizza que hoje saboreamos vem de Nápoles, na Itália. No ano mil, um dos alimentos mais populares entre os pobres do Sul da Itália eram círculos de massa cobertos com ervas e especiarias, a “picea”, ou seja,  um disco de massa assada com ingredientes por cima. Com o descobrimento da América, a Europa tomou conhecimento do tomate, que passou a ser incorporado em praticamente todas as receitas de pizza.

No ano de 1780, Pietro Colicchio inaugura, em Salita S. Anna di Palazzo, próximo ao palácio real de Nápoles, a primeira pizzaria do mundo.


A origem da pizza Margherita

Em 1889, Raffaele Espósito, considerado o melhor pizzaiolo de seu tempo, foi convidado a preparar a especialidade para os reis da Itália Umberto I de Sabóia e sua esposa, a rainha Margherita. Dizem que a Rainha era muito exigente e não lhe agradava paladares muito fortes. 
 
Assim, Raffaele preparou 3 pizzas, sendo uma delas especial para a rainha, feita de molho de tomate, manjericão e mussarela, cuja mistura de elementos representava as 3 cores da bandeira da Itália. A rainha gostou tanto desse sabor que enviou uma carta a Raffaele agradecendo. Em sua homenagem, o pizzaiolo batizou a receita como Pizza Margherita.
A história virou notícia e se espalhou, junto com a receita, por toda a Itália.  E daí para o mundo todo. No final do século 19, a pizza chegou às terras brasileiras pela mão dos imigrantes italianos.

Na próxima postagem irei ensinar uma receita de massa básica e alguns recheios.

SE VOCÊ GOSTOU DESTE PRATO....

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Bife Wellington - História - Post I de II





 Neste Post irei apresentar a história do nome do Bife Wellington, e no próximo uma receita em que testei no dia 23 de junho. Atualizei o Blog e foi para25 Fev 2017
O bife Wellington, ou Wellington Steak – um filé mignon embrulhado em massa geralmente folhada e assado no forno –, voltou à berlinda. Gordon Ramsay, um dos grandes chefs da Inglaterra, contribuiu para esse upgrade. Ele deu um toque pessoal à receita original. Os livros e a internet a difundiram mundialmente. No Rio de Janeiro, o chef Claude Troisgros, um dos melhores presentes que a França já deu ao Brasil, também divulgou uma receita do bife Wellington no reality show de gastronomia Que Marravilha!, do canal GNT.

É prato típico da cozinha inglesa, apreciado pelo efeito elegante à mesa e irresistível suculência. Mas comporta variações. A maioria dos cozinheiros usa um bloco inteiro de filé mignon. Outros o cortam em porções individuais. Quase sempre fritam antes a carne na manteiga, deixando-a malpassada. Depois a embrulham na massa e levam ao forno. Gordon Ramsay faz diferente. Ele coloca o filé no forno também na etapa preliminar. Entre a carne e a massa pode ir patê, inclusive de foie gras, molho duxelles ou de cogumelos, além de presunto de parma, etc. Enfim, a receita pode trocar o filé por salmão, cordeiro ou salsicha. 

O bife wellington homenageia o comandante britânico que, apoiado pelo general prussiano Gebhard von Blücher, derrotou Napoleão Bonaparte na Batalha de Waterloo, em 1815. Chamava-se Arthur Wellesley (1769–1852), nasceu na Irlanda e morreu na Inglaterra, aclamado como herói e soberbamente recompensado. Recebeu o título de primeiro duque de Wellington – daí o nome do prato – justamente graças às vitórias contra as tropas napoleônicas. Pela extraordinária força física e inflexível vontade, ainda ficou conhecido como o Duque de Ferro (the Iron Duke).

Também os portugueses o têm como herói. Ele os ajudou a expulsar as tropas napoleônicas do seu país, as mesmas que obrigaram D. João VI a mudar com a corte para o Brasil. Os portugueses relacionam Wellington a outro prato famoso. Quando estabeleceu seu quartel-general nos Armazéns de Lavos, no sul de Figueira da Foz, ele conheceu a canja de galinha. Descreveu a receita em carta à mulher. Ao ler a correspondência, a duquesa de Wellington ficou espantada e contou isso em suas memórias. O marido não sabia cozinhar e comia apenas para matar a fome.
Wellington não se notabilizava pelo bom gosto à mesa. Gostava de pratos gordurosos e indigestos. Comia tão rápido que os companheiros de mesa não conseguiam acompanhar o ritmo. Cozinheiros contratados para servi-lo pediram demissão, frustrados por não conseguirem demonstrar as qualidades ao patrão. Nesse sentido, parecia Napoleão, cujo prato favorito era a sopa do soldado, à base de feijão e batata, uma gororoba tão espessa que a colher de pau, introduzida no centro da panela, ficava em pé por alguns segundos.
Nem todos estão convencidos de que o herói britânico provou o bife wellington. Alguns dizem que a receita foi batizada não exatamente em sua homenagem, mas às suas botas: quando pronto, o prato se torna um cilindro marrom claro, igual ao calçado de couro do vencedor de Napoleão. 
A especialista em culinária Clarissa Dickson Wright, muito popular na Inglaterra durante a década de 90, ao lado de Jennifer Paterson, pela série de TV Two Fat Ladies, igualmente acreditou tratar-se de homenagem indireta.
Segundo ela, a receita foi criada para uma recepção cívica na cidade de Wellington, capital da Nova Zelândia, obviamente batizada com o nome do herói britânico. Por último, há uma hipótese que os ingleses talvez julguem indigesta. O bife Wellington viria do filet de boeuf en croûte dos franceses. Um cozinheiro inglês, imbuído de sentimento patriótico, teria trocado o nome na época das guerras napoleônicas. Nesse caso, a cada dentada no apetitoso filé confirmamos a frase imortal do francês Antoine de Lavoisier, pai da química moderna: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. 




sábado, 13 de julho de 2013

Peixe à Quinoa



Ingredientes

Quinoa
100 grs de quinoa

Linguado
 1 kg de filé de linguado

Demais
2 colheres de sopa de farinha de trigo
2 ovos ligeiramente batidos
Quinoa cozida
Sal , pimenta (q/b)
Azeite ou óleo (q/b)

Modo de Fazer
Cozinhe a quinoa na água durante 20 minutos. Peneire e deixe esfriar.
Tempere os dois lados do linguado com sal e pimenta.
Passe a parte de dentro do linguado na farinha de trigo, nos ovos e empane com a quinoa.
Frite o peixe no azeite do lado da quinoa até tostar e vire.

Observações
Nas minhas receitas utilizo pouco ou nenhum sal.
Regar de vez em quando a frigideira com azeite ou óleo
Este prato requer consumo imediato, pois caso queira fazer antes , para reaquecer corre o risco de perder o crocante da quinoa
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